Maria Klaumann conquista nova capa da Vogue Latinoamérica e amplia sequência internacional

Brasileira Maria Klaumann estrela a edição de agosto de 2026 fotografada por Santiago Sierra Soler no México. E convenhamos, baby… é mais um capítulo de uma trajetória que já passou pelas capas da Vogue Brasil, Portugal, México e Türkiye… Ui ui ui!

Por Fabio LageHouse of Models

Honey Lee da Silva Jr… existe uma diferença considerável entre aparecer na Vogue e ser escolhida para representá-la na banca, bebê… E a babadeira Maria Klaumann parece conhecer bem essa diferença.

A bela acaba de conquistar uma nova capa da Vogue Latinoamérica, desta vez para a edição de agosto de 2026. Fotografada por Santiago Sierra Soler, Maria protagoniza uma história de moda construída entre céu, vegetação e água no Four Seasons Resort Tamarindo, no México, sob styling afiadíssimo de Valentina Collado.

É uma imagem aparentemente simples. E justamente por isso exige modelo.

Nada de cenário monumental tentando fazer metade do trabalho, excesso de produção ou aquela velha engenharia editorial em que vinte elementos disputam atenção dentro da mesma fotografia. Deus me free… Aqui há corpo, roupa, paisagem e luz. Maria Klaumann precisa sustentar o resto… E sustenta lindamente, mon amour de Aurora.

O verão como linguagem, não como figurino, darling!

A proposta da Vogue parte do verão de 2026, mas evita transformar a história em catálogo de férias. O guarda-roupa atravessa diferentes escalas do mercado e reúne nomes como Chanel, Dior, Zimmermann, Gabriela Hearst, H&M, She Made Me e Permare.

No recheio da publicação, o styling trabalha sobretudo com matéria e movimento. Tricôs, transparências, trajes de banho, tecidos fluidos e silhuetas que reagem ao vento e à água aparecem como parte da paisagem… e Maria acompanha essa mudança de temperatura.

Em alguns frames, surge solar, quase despretensiosa, com flor no cabelo e pele iluminada. Em outros, especialmente quando a narrativa entra na água, a fotografia fica mais densa e a bela abandona qualquer resquício de cartão-postal… Bingo!!! É aí que o editorial cresce.

Porque existe uma fotografia particularmente poderosa em que Maria Klaumann aparece praticamente entregue à água, vestida, enquanto a superfície escurecida ocupa quase toda a composição. O verão ganha silêncio, dramaticidade e alguma estranheza que amamos… E moda, quando fica um pouquinho estranha, geralmente começa a ficar bem interessante.

Maria Klaumann já não está chegando, bebê!

Mon petit do meu “tum tum tum”, seria fácil apresentar esse babado como mais uma conquista de uma brasileira em ascensão internacional… Só que o problema é que, a esta altura, a expressão “em ascensão” começa a ficar pequena para o currículo da gata.

Em abril de 2024, Maria Klaumann estampou a capa da Vogue Brasil. No mês seguinte veio a capa da Vogue Portugal. Janeiro de 2025 começou com sua capa para a Vogue México, fotografada por Blair Getz Mezibov. Em novembro daquele ano, ela também apareceu entre as capas da Vogue Türkiye. Agora, agosto de 2026 acrescenta a Vogue Latinoamérica à sequência.

No meio disso, houve outro reconhecimento importante. Em setembro de 2024, Maria recebeu em Nova York o prêmio de Breakthrough Model of the Year no Fashion Media Awards, entregue por Stella Maxwell.

Ou seja, baby: não estamos falando de um único momento de hype na carreira da modelo. Estamos falando de reincidência… E reincidência, nesse caso, é um baita elogio.

Uma modelo ainda é capaz de vender uma capa

Maria Klaumann é modelo… Modelo mesmo. Daquelas cuja profissão é construir imagem usando corpo, expressão, roupa e câmera. Parece uma observação absolutamente banal até lembrarmos que, nas últimas décadas, a capa de uma revista de moda deixou de ser território quase exclusivo das modelos para se transformar em arena de atrizes, cantoras, atletas, influenciadores e celebridades de praticamente qualquer procedência.

Nada contra, viu… O mundo mudou e as revistas mudaram com ele.

Mas quando uma publicação decide entregar sua capa a uma modelo, especialmente repetidamente, o gesto continua carregando uma informação profissional bastante objetiva: aquele rosto consegue sustentar uma imagem editorial babadeira e Maria vem demonstrando que consegue.

E talvez a fotografia mais reveladora desse ensaio nem seja necessariamente aquela escolhida para a capa. Ao longo da história, ela passa da sensualidade ao romantismo, da força ao abandono, sem parecer interpretar personagens completamente diferentes, honey Lee.

Essa capacidade de mudar sem desaparecer é um dos ativos mais valiosos de uma modelo editorial. A roupa continua existindo… A fotografia continua existindo… E Maria continua reconhecível dentro das duas.

Cinco capas depois…

Existe ainda uma coincidência interessante nesta história, mon amour de Xique-Xique…
Quando Maria apareceu na Vogue Portugal de maio de 2024, a edição carregava uma discussão em torno da natureza. Dois anos depois, ela volta ao universo Vogue em uma narrativa novamente atravessada pela relação entre corpo, paisagem e elementos naturais.

Só que a posição profissional agora é outra, bebê… Entre uma imagem e outra existe uma Vogue Brasil, uma Vogue México, uma Vogue Türkiye, reconhecimento no Fashion Media Awards e uma sucessão de trabalhos editoriais que ajudam a transformar promessa em permanência.

Talvez por isso a nova capa da Vogue Latinoamérica seja interessante para além da beleza evidente das fotografias… Ela registra uma carreira mudando de verbo.

Maria Klaumann não chega mais…
Maria Klaumann permanece!

E, honey Lee, numa indústria apaixonada por descobrir um rosto novo a cada quinze minutos, permanecer talvez seja o trabalho mais difícil de todos.

Foto: Santiago Sierra Soler

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