Glenn Martens injeta DNA Diesel em um cronógrafo que parece ter escapado de um filme de ficção científica, fundindo caixa e pulseira num só organismo metálico. Abalou Bangu!
Por Fabio Lage – House of Models
Preparem os pulsos, querides: a Diesel acaba de soltar no mercado o Mercurial, nova estrela da família Metamorph, e o babado é certo! A peça chega chutando a porta das joalherias como um híbrido reluzente – meio relógio, meio criatura biomecânica – que transforma o ato de checar as horas num statement de personalidade. A pulseira “vertebral”, criada para parecer uma coluna ondulante, se funde à caixa de 45 mm como se tudo fosse moldado em um único sopro de aço inox. Resultado? O mostrador parece flutuar, solto, numa dimensão paralela de puro lacre futurista. sim honey, um só efeito uau!

O Mercurial desce à passarela dos pulsos em três banhos metalizados – dourado, prata e um cinza grafite tão sombrio que faria até Darth Vader soltar um “honey Lee do céu!”. Todos vêm com mostradores tonais, cronógrafo de três subdials e calendário às quatro horas (detalhe micro que grita macro sofisticação). Cada versão mantém o acabamento polido espelhado que reflete luz como bola de espelhos numa rave fashion. No Brasil, o preço sugerido de R$ 2.999 coloca a peça naquele ponto doce entre desejo aspiracional e realidade possível – se joga ou surta, bebê!

Glenn Martens, o alquimista do aço
À frente desse frisson babadeiro está Glenn Martens, diretor criativo que vem imprimindo em tudo que toca o mantra Diesel de “subverter para pertencer”. Depois de levar jeans rasgados ao Olimpo do hype e flertar com colaborações globais (alô, H&M em 2025!), o belga quis, com o Mercurial, “derreter” fronteiras entre alta relojoaria e streetwear. Pense no relógio como um parente metálico das experiências em denim que Martens mostrou na passarela SS25: orgânico, quase anatômico e, claro, com a pitada de rebeldia que faz a Diesel, bem, Diesel!

Ergonomia de outro planeta — e 5 ATM de resistência
Além de lacração estética, o brinquedinho entrega resistência à água de 5 ATM, cristal mineral levemente abaulado e movimento de quartzo que mantém os ponteiros dançando no ritmo certo (porque chegar atrasado usando Diesel? Só se for de propósito, darling). A pulseira de 28 mm abraça o braço como armadura líquida; os elos contam com fecho invisível que some na ondulação metálica, garantindo aquele “efeito wow” quando você gira o pulso para brindar com um super-herói: um grito de “olha eu aqui, queridinhos!”.
E como Diesel entende que unboxing é religião na Era TikTok, o Mercurial vem numa caixa vermelha texturizada com logotipo em alto-relevo – mais quente que notificação de crush às três da manhã. Já imagino a chuva de reels ao som de “Partiu mostrar o brinquedo novo!” porque, convenhamos, caixa bonita engaja mais que filtro fofinho.

Quem usa, manda recado
Na campanha global, o relógio surge no pulso de atletas urbanos e modelos outsiders em cenários de luz cortante. O close no braço revela como a peça se comporta como tatuagem high-tech: não salta sobre a pele, mas se integra a ela – quase um exoesqueleto fashion. Afinal, Diesel não vende só utilidade: vende atitude, vende conversa de bar, vende “ranço” de quem acha que relógio é só para ver hora.

Devo investir, honey?
Se você é do tipo que coleciona relíquias metálicas, vai pirar na ousadia de Glenn Martens. Se só quer ostentar status, também. E se mexe bastante os braços no rolê, o design ondulado oferece aderência sem machucar os ossinhos do rádio-ulna (anatomic lovers, gritem!). Some tudo isso ao prestígio do logo Diesel cravado no mostrador e temos um relógio que entrega presença antes mesmo de você abrir a boca para soltar um “lacrou!”.

O veredicto House of Models
O Mercurial mede quão longe você está disposto a ir para vestir uma ideia. É Diesel fazendo Diesel: desafiando quem ainda pensa que relógio é mero marcador de tempo. No pulso certo, ele vira microfone de identidade, pisa forte nas convenções e grita: “Deus me FREE de ser discreto!”

Então, mon petit, se você pretende quebrar o feed com uma peça que une tecnologia e design anatômico numa avalanche só, já sabe a senha: Mercurial na veia, babado na timeline, e vaza na braquiara quem não aguentar o brilho. Porque o relógio pode até marcar as horas… mas quem dita o momento é você!

Foto: Divulgação
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